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19/08/2020

Referência na área materno-infantil, Pompéia adota práticas que estimulam o vínculo precoce entre mãe e bebê

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O mês de agosto também é conhecido como “o mês Dourado”, ou seja, direcionado ao incentivo do aleitamento materno. Neste período, práticas mais humanizadas ganham destaque por proporcionar um vínculo ainda maior entre mãe e filho nas primeiras horas pós-parto. O Hospital Pompéia, referência da área materna-infantil, está engajado em, cada vez mais, proporcionar momentos que estabeleçam esse contato fundamental para a família e o recém-nascido.

A nomenclatura “agosto Dourado” está totalmente atrelada ao que chamamos de “hora ouro”, primeira hora pós-parto. Neste momento, é recomendado retirar ao máximo as intervenções médicas para deixar o ambiente calmo para o primeiro contato, que acarretará a amamentação. Além disso, se classifica dessa forma por o leite materno ser classificado como um alimento padrão ouro para o bebê.

Para muitas instituições essas práticas só ganham notoriedade no mês de agosto. No entanto, o Hospital Pompéia busca estabelecer esse compromisso por um parto mais humanizado há muito tempo.

“Desde o Centro Obstétrico é feito todo um vínculo da mãe com o bebê. Na verdade, existe toda uma valorização da mãe. Depois disso, uma exaltação do vínculo com o bebê. Logo após, que a mãe vai para a sala de recuperação, o bebê é levado para ter aquela amamentação na hora ouro como é chamada. Todo incentivo aos familiares, para a ajuda e o cuidado”, comenta a coordenadora da área materno-infantil, Fabiane Medina.

A amamentação traz diversos benefícios para o bebê. Como, por exemplo, um maior contato com a mãe, desenvolve a inteligência, possui todos os nutrientes, é de fácil digestão, fortalece a arcada dentária e, por fim, aumenta a imunidade.

Porém, se faz fundamental também para a mãe. Isso porque, ajuda o útero a recuperar o tamanho normal e reduz o risco de hemorragias, acelera o metabolismo, contém o risco de câncer. Além disso, evita osteoporose e limita o risco de doenças cardíacas e diabetes.

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