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22/09/2020

Hospital Pompéia lança campanha “O Bem que fica” para incentivar a doação de órgãos

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O ato de “sim” para a doação de órgãos pode ser doloroso, mas pode mudar a vida de milhares de pessoas que esperam por um transplante. Com o intuito de conscientizar a população, neste mês de setembro, o Hospital Pompéia, lança a campanha “O Bem que fica” para estimular essa ação de bondade e criar um ciclo infinito de pensamento no próximo.

Em relação a campanha, o “Bem que fica” a enfermeira Ana Concatto afirma que representa bem o ato de amor ao próximo “O ato de doar órgãos é o maior gesto de amor ao próximo. Significa o recomeço da vida através da generosidade de outra pessoa”, comenta a coordenadora do Banco de Olhos e enfermeira, Ana Concatto.

Ela também ressalta que é necessário ter essa conversa com os familiares para expor a vontade de fazer o bem, só assim se criará um ciclo infinito de bondade. “Precisamos conversar com nossos familiares e expor à vontade em ajudar às pessoas quando nossa hora chegar. Fale para sua família que você é um doador de órgãos, ajude a salvar vidas”.

O pensamento de estimular esse ato não fica apenas para o mês de setembro. O Hospital Pompéia é referência no Rio Grande do Sul e possui uma Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) que organiza o processo de doação e captação dentro da instituição. Além disso, a equipe formada por profissionais da saúde detecta possíveis doadores.

Além disso, o diretor técnico, Thiago Luciano Passarin, comenta a existência de uma organização que realiza a busca ativa por novos doadores tanto no Hospital Pompéia como em outras instituições da Serra Gaúcha.

“Contamos com uma Organização de Procura de Órgãos e Tecidos (OPO) que possibilita uma busca tanto aqui dentro do Hospital Pompéia como em outros hospitais da região na tentativa de encontrar esses novos doadores. A partir disso, buscar estes diagnósticos e o desenvolvimento do processo de morte encefálica e doação de órgãos”, comenta Passarin.

Por fim, Tiago ressalta que o trabalho do Pompéia é reconhecido em todo o Estado e não apenas da Serra. Sendo assim, a principal referência em doação de órgãos e também na realização de transplantes.

No Rio Grande do Sul, a lista de pessoas no aguardo de um órgão é extensa. De acordo com Ana Concatto, cerca de 1500 pessoas estão na angústia e na espera por um doador. No entanto, a trajetória para conseguir um novo doador passa por apenas uma equação. No Brasil, quem autoriza a ato é somente familiares de até segundo grau.

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